A HISTÓRIA DA CENSURA NA WEB

10 ANOS DE CENSURA NAS REDES SOCIAIS

Há 10 anos as Redes Sociais não excluiam perfis, nem bloqueavam contas, muito menos excluíam conteúdos ou os seguidores dos seus usuários. Isso era algo inadmissível, pois havia uma crença de que os conteúdos seriam inexpugnáveis, considerados como propriedade do seu autor, uma bibllioteca virtual armazenada pelas plataformas, e que seriam guardadas por elas com zelo. Jamais suspeitaríamos dos algoritmos que, já naquele tempo, praticavam censura velada através da política SHADOW BAN, tornando invisívies as publicações de alguns perfis, até mesmo na timeline de seus seguidores. Sim. Naquele tempo nós não suspeitávamos que embora alguém tenha se interessado pelo que você publica, e configurado a Rede Social para acompanhar seu conteúdo… o seu seguidor não veria nada do que você posta. 

Facebook admite impedir crescimento orgânico de usuários com algoritmos

Quando descobrimos que estávamos falando sozinhos e que nossos seguidores haviam esquecido de nós, e ao lembrarem-se, eles nos procuravam novamente, sem entender o motivo de nossa invisibilidade, surgiu a justificativa: “Se o seu seguidor não interagir com suas publicações, elas deixam de ser visíveis para ele.” Foi a PRIMEIRA LEI DA DITADURA DIGITAL. Nem todos os leitores estão dispostos a comentar nada, querem apenas abrir os links do que vc compartilha, muitos nem mesmo querem clicar no botão de “LIKE”, não importa o motivo. O seguidor não tem que apresentar motivos para simplesmente ler e compartilhar o que vc publica, sem interagir com seu post. Ele tem todo o direito de apenas dispor do que vc publica, ali na timeline dele. 
Então começaram os esforços de induzir os seguidores para que deixassem algum comentário nas postagens, ou pedir que interagissem de algum modo, numa tentativa desesperada de sair da invisibilidade. “Se você acha que isso ou aquilo, deixe seu comentário, bla bla bla…” ou “Se você acha que sim, clique no like, se acha que talvez, clique no coração e se acha que não clique no hate”. Já não havia o objetivo de conversar ou de compartilhar ideias e informações importantes, e o objetivo de toda esta manipulação foi alcançado: Só permaneceram visíveis os perfis interessados em obter “likes”, em se sobressair dos demais sem dar valor à qualidade do conteúdo, mas sim ao que pudesse conseguir um click do mouse de quem estivesse passando os olhos por ali, mais nada.

Finalmente ficou claro que o crescimento orgãnico estava fadado a desaparecer, e os desesperados por likes entenderam que teriam que colocar a mão no bolso para obtê-los. Foi então que muitos acreditaram que investir em AUTOMAÇÃO, as plataformas pagas para disparos automáticos, resolveria o caso, porém em breve entenderam que seu investimento havia sido desperdiçado. O Face/Instagram passou a punir usuários destas plataformas,  piorando ainda mais seu crescimento orgânico do que antes dos disparos automáticos. O crescimento orgânico estava eliminado. Qualquer estratégia para promover seu conteúdo, que não seja investir em anúncios diretos destas redes sociais, não vai funcionar. Então ouviu-se um coro, que se espalhou entre os mortais, vindo direto do Olimpo do Silício:  “Claro! O Facebook é uma empresa e é justo que lute por atrair os investimentos para dentro da plataforma dele…” Mas não! Houve um estágio desta política, durante a introdução do SHADOW BAN, em que um critério foi adotado para determinar quais perfis com forte crescimento orgânico seriam colocados à sombra para desaparecer. Certamente este critério também envolveu negociações gigantescas, porém os interesses políticos do Vale do Silício foram atendidos também, além de seus interesses financeiros. Financiamentos garantiram que os militantes das causas conservadoras da cultura judaico-cristã fossem colocados à sombra silenciosa dos algoritmos, para que entre estes sobrassem apenas os canais que já estavam muito grandes para serem silenciados. Estes, então, começaram a ser BANIDOS das Redes Sociais, a partir de 2018.
Os canais que alcançaram grande crescimento orgânico divulgando serviços e marcas, foram levados a crer que só poderiam sobreviver ao “misterioso declínio de sua visibilidade” investindo em anúncios.

Usuário reclama de algoritmos do Facebook que impedem crescimento orgânico

Não era falta de clareza do usuário a causa do atendente que respondeu sua reclamação não ter esclarecido a verdadeira causa da queda de seu crescimento orgânico, ou ao menos admitido que seu conteúdo de fato não tem sido entregue nas timelines de seus seguidores. A política da empresa, contida claramente no script do atendente deste caso do ReclameAQUI, é que o atendente deve convencer o usuário de que a responsabilidade deste decréscimo do seu crescimento orgânico é dele próprio, o usuário autor da reclamação. Ele deve ser induzido pelo atendente a crer que a causa do problema é a sua incapacidade de promover seu próprio conteúdo da forma correta, e que ele deve deixar-se “orientar” e aprender como tornar-se “bem sucedido” como outros usuários que investem em anúncios, compartilhando com ele os links, como se vê no print abaixo.

Atendente do Facebook quer isentar a empresa da responsabilidade

Mais uma vez… Sorria! Você está sendo trolado! Conheça nosso conteúdo, distribuido agora em duas novas FANPAGES, no Facebook, e em outras Redes Socias, estas defensoras do FREE SPEACH, que surgiram para acolher os banidos pelas redes censuradas. Após termos as nossas fanpages banidas do Facebook, quando perdemos todo o crescimento orgânico que obtivemos nestes 10 anos, criamos perfis nas novas Redes Sociais defensoras das liberdades ideológicas e duas novas Fanpages no Facebook, que tem poucos seguidores, como é de se esperar. Estas fanpages sempre focaram e continuarão focando em te explicar as diversas formas com as quais você vem sendo trolado… desde sempre!

Indignados por sermos feitos de bobos