A MAIOR MENTIRA DO NOSSO SÉCULO

Houve, nos meados do século passado,  uma luta científica. Estudos sistemáticos disputavam a função de decidir se era a gordura ou o açúcar que seriam responsáveis pelas doenças cardiovasculares. Ancel Keys com sua tese da “Dieta do Mediterrrâneo” liderava as pesquisas que afirmavam ser a gordura, mas o Prof. John Yudkin buscava provar que o açúcar era o verdadeiro vilão. Yudkin foi ridicularizado, desacreditado, e banido da comunidade acadêmica devido ao financiamento bilionário promovido pela indústria conhecida como BIG SUGAR. Ancel Keys venceu, mas hoje, 50 anos depois, já está provado que ele manipulou os dados apresentados. Ao revisar arquivos de documentos das décadas de 1950 e 1960, pesquisadores da University of California, S. Francisco (UCSF), relataram que a indústria do açúcar patrocinou pesquisas que desfizeram a ligação entre consumo de açúcar com doenças cardíacas e redirecionaram para a gordura e o colesterol esta responsabilidade. O relatório desta revisão foi publicado na na Revista Científica JAMA Internal Medicine,

Indústria de alimentos açucarados investe em fraudes científicas

De acordo com o PHD Stanton Glantz, professor de medicina da UCSF, um dos autores do referido relatório desta revisão, a indústria do açúcar tem induzido o meio acadêmico a fraudar pesquisas científicas que negam ser o açúcar a causa de obesidade, diabetes, doenças cardíacas e outras. Estes acadêmicos, cujas “pesquisas” são financiadas pelas indústrias de alimentos açucarados, como Coca-Cola, PepsiCo, Kellogg, General Mills, entre muitas outras, forjaram informações pseudocientíficas para induzir o mundo a acreditar que a obesidade não está relacionada com o açúcar mas, antes, à falta de exercícios e que as doenças cardiovasculares são causadas pela gordura e pelo colesterol.  Desde então, todas estas gerações passaram a ter medo de consumir a gordura natural e, no lugar dela, tem consumido mais carboidratos, cereais, derivados de soja e óleos extraídos por solventes químicos. Neste exato período ocorreu uma epidemia de obesidade e diabetes.

Desde que esta fraude foi exposta, a indignação do meio acadêmico idôneo foi tamanha que gerou uma mobilização para promover pesquisas baseadas em fatos científicos, financiadas por instituições interessadas em implantar projetos de pesquisas randômicas que possam fundamentar a reversão de tamanho desastre. Já estão avançadas estas documentações onde  cientistas do mundo todo apenas comprovam aquilo que era do conhecimentos das gerações anteriores a mais este “EMBUSTE UNIVERSAL”: “Comida de verdade”, aquela que é produzida pelas práticas de subsistência das famílias simples da roça, como carnes, peixes, ovos, legumes e hortaliças, sem processamentos industriais, gorduras de preparo caseiro, como banha e manteiga ou extraídas sem solventes químicos, como a do côco e das azeitonas podem nos devolver o porte saudável dos nossos ancestrais… mas este é um assunto tão absurdamente vasto, que requer muita informação. 
Por isto decidimos fazer deste o primeiro artigo sobre o retorno ao conceito PALOELÍTICO da alimentação, fundamento evolucionista que foi dado ao desenvolvimento das mais recentes pesquisas na área de saúde, que estão revolucionando o século XXI, resultado da mobilização gerada pela indignação dos acadêmicos idôneos ao se revoltaram diante dos prejuízos incalculáveis causados por esta grande fraude, que alcança a proporção de CRIME CONTRA A HUMANIDADE.
Big Fat Lie é o nome que demos a este blog, exclusivo sobre LOW CARB, citando fontes como Dr. José Carlos Souto, a maior autoridade sobre o assunto no Brasil, e apontando quais são os oportunistas que se apresentam hoje na web como “especialistas” deste assunto, mas causam muita confusão propagando DESINFORMAÇÃO. Deixe seu e-mail para acompanhar, a cada artigo, um novo capítulo desta história, que há 50 anos vem enriquecendo algumas pessoas às custas de um holocausto sem precedentes na História.

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