As Gigantes de TI querem a regulamentação da internet

Redes Sociais alternativas defensoras da liberdade de expressão sofrem perseguição da BIG TEC

GIGANTES DE TI QUEREM A REGULAMENTAÇÃO DA INTERNET

Os gigantes do Vale do Silício tem uma estratégia de monopólio da internet que já está em fase de implantação. Algumas Redes Sociais, criadas para abrigar os banidos pela censura a conservadores e defensores dos valores judaico-cristãos para o Ocidente, tem sentido a pressão monumental que estas empresas fazem sobre aqueles que se atrevem a ser seus concorrentes. Se os usuários sentem-se oprimidos, imagine o que sofrem os empreendedores digitais defensores da liberdade de expressão!

Para que você não tenha que imaginar, mas possa saber detalhes destes abusos, traduzimos um artigo de Andrew Torba, um cristão conservador que se atreveu a criar GABuma Rede Social que garante a LIBERDADE DE EXPRESSÃO a todos os seus participantes. Neste artigo Torba relata os abusos absurdos e prática de TIRANIA contra os quais ele é obrigado a lutar, não só para monetizar e manter sua Rede Social online, mas também perseguições pessoais difamatórias, que atingem a toda a sua família. A seguir, a tradução do artigo, cujo original encontra-se >>> AQUI <<< 

Gigantes de TI praticam abusos para esmagar concorrentes
A guerra da informação na web em defesa da liberdade de expressão
A narrativa da “Seção 230 da Revogação” está sendo promovida pelo Vale do Silício, não caia nessa!
Os gigantes da Big Tech querem ser regulamentados.
Sim, você leu certo. A Big Tech sabe que se o discurso online for regulamentado pelo governo federal, direta ou indiretamente por meio da regulamentação das empresas de tecnologia, eles podem e irão torná-lo uma arma contra o Povo e sufocar a competição.

Os oligarcas da Big Tech tentaram de tudo para destruir Gab.com e impedir que nosso software de livre expressão, líder do setor, alcance as massas.

Eles nos baniram de ambas as lojas de aplicativos , mas ainda assim continuamos a crescer.

Então eles nos baniram dos provedores de hospedagem, então criamos o nosso próprio.

Então, eles nos baniram do Paypal, Stripe, Coinbase, Square e muito mais. Então, educamos nossa comunidade sobre o dinheiro para liberdade de expressão e as ótimas pessoas do Gab começaram a nos enviar cheques físicos para manter o site online.

Então eles colocaram minha família na lista negra da Visa em uma forma de tirania no estilo de pontuação de crédito social do Partido Comunista Chinês.

Apesar de ter sido banido por mais de 25 provedores de serviços, incluindo registradores de domínio, plataformas de hospedagem, lojas de aplicativos, serviços de e-mail, serviços de comércio eletrônico e muito mais: Gab sobreviveu e continua a prosperar.

Gab existe fora do controle do estabelecimento. Eles não gostam disso, de jeito nenhum. Seu monopólio sobre o fluxo livre de informações está chegando ao fim porque Gab é inevitável.

Quando tudo mais falhou, a Big Tech e o sistema estabeleceram seus objetivos em usar o Big Government para esmagar Gab e outras startups de tecnologia alternativa, destruindo a Seção 230 e fazendo lobby para a regulamentação da expressão na Internet.

A regulamentação solidificará os já dominados e abusivos monopólios de mercado da Big Tech.

O que as pessoas precisam entender é que a Seção 230 não protege o discurso das grandes empresas de tecnologia. Quando a Big Tech “verifica” o conteúdo do usuário, ela está agindo como um editor e a imunidade da Seção 230 não se aplica. Como tal, eles podem ser responsabilizados por esse discurso.

A seção 230 não se aplica à editorialização da Big Tech. A Primeira Emenda sim. A seção 230 se aplica apenas ao conteúdo que os usuários publicam em suas plataformas. Ele não oferece proteção para o discurso da própria Big Tech. Eles podem e devem ser punidos pelas informações falsas que estão dando ao público, usando como arma essa editorialização do conteúdo do usuário

No caso do Coronavírus, a Big Tech tem usado a OMS como uma “autoridade” em assuntos relacionados à saúde, em vez das diretrizes oficiais de saúde do Presidente dos Estados Unidos. É uma questão de segurança nacional e saúde pública.

O mesmo vale para a editorialização de conteúdo relacionado a eleições. Ao “verificar os fatos”, um candidato e não outro Big Tech está dando uma contribuição de campanha em espécie de valor monetário enorme e incomensurável para a campanha de Biden. Big Tech deve ser investigado pela FEC para essas contribuições de campanha em espécie para a campanha de Biden. O RNC apresentou um relatório sobre isso , então vamos esperar que a FEC tome medidas.

A Big Tech teve desempenho recorde no mercado de ações sob a administração Trump e como eles estão retribuindo?

Ajudando os democratas a espalhar a narrativa do embuste russo.

Ao “checar os fatos” dele e não de Joe Biden.

Censurando links para notícias que expõem a corrupção de Biden.

O presidente pode e deve acabar com os monopólios da Big Tech, em particular o duopólio da Apple e do Google na distribuição de aplicativos móveis, junto com o duopólio do Facebook e do Google na publicidade e pesquisa online. O único grande motivo para ele não ter feito isso é porque as ações da Big Tech representam uma parte significativa do crescimento do mercado de ações que ele gosta de promover.

Se o mercado precisa ser atingido para destruir uma ameaça doméstica à liberdade e ao fluxo de informações online, que assim seja. Não adoramos o mercado de ações na América, adoramos o Deus Todo-Poderoso. Seus ganhos de 401k não valem o futuro da República, desculpe.

Meu ponto é: não caia na narrativa da Seção 230. É uma distração. Há muitas outras coisas que podem ser feitas para impedir a tirania da Big Tech. 

O presidente subestima muito a influência que exerce online. Antitruste, investigações da FEC e mais à parte: se o presidente fosse promover plataformas de tecnologia de liberdade de expressão como Gab , o panóptico da Big Tech entraria em colapso e rapidamente.

Só espero que o presidente perceba isso antes que seja tarde demais.

Temo que seu tempo nas plataformas Big Tech esteja se esgotando rapidamente.

Deus abençoe,

Andrew Torba
CEO, Gab.com
16 de outubro de 2020
Jesus é Rei

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A HISTÓRIA DA CENSURA NA WEB

A E-ditoraeletronica sofre censura desde 2009 nas Redes Sociais

10 ANOS DE CENSURA NAS REDES SOCIAIS

Há 10 anos as Redes Sociais não excluiam perfis, nem bloqueavam contas, muito menos excluíam conteúdos ou os seguidores dos seus usuários. Isso era algo inadmissível, pois havia uma crença de que os conteúdos seriam inexpugnáveis, considerados como propriedade do seu autor, uma bibllioteca virtual armazenada pelas plataformas, e que seriam guardadas por elas com zelo. Jamais suspeitaríamos dos algoritmos que, já naquele tempo, praticavam censura velada através da política SHADOW BAN, tornando invisívies as publicações de alguns perfis, até mesmo na timeline de seus seguidores. Sim. Naquele tempo nós não suspeitávamos que embora alguém tenha se interessado pelo que você publica, e configurado a Rede Social para acompanhar seu conteúdo… o seu seguidor não veria nada do que você posta. 

Facebook admite impedir crescimento orgânico de usuários com algoritmos

Quando descobrimos que estávamos falando sozinhos e que nossos seguidores haviam esquecido de nós, e ao lembrarem-se, eles nos procuravam novamente, sem entender o motivo de nossa invisibilidade, surgiu a justificativa: “Se o seu seguidor não interagir com suas publicações, elas deixam de ser visíveis para ele.” Foi a PRIMEIRA LEI DA DITADURA DIGITAL. Nem todos os leitores estão dispostos a comentar nada, querem apenas abrir os links do que vc compartilha, muitos nem mesmo querem clicar no botão de “LIKE”, não importa o motivo. O seguidor não tem que apresentar motivos para simplesmente ler e compartilhar o que vc publica, sem interagir com seu post. Ele tem todo o direito de apenas dispor do que vc publica, ali na timeline dele. 
Então começaram os esforços de induzir os seguidores para que deixassem algum comentário nas postagens, ou pedir que interagissem de algum modo, numa tentativa desesperada de sair da invisibilidade. “Se você acha que isso ou aquilo, deixe seu comentário, bla bla bla…” ou “Se você acha que sim, clique no like, se acha que talvez, clique no coração e se acha que não clique no hate”. Já não havia o objetivo de conversar ou de compartilhar ideias e informações importantes, e o objetivo de toda esta manipulação foi alcançado: Só permaneceram visíveis os perfis interessados em obter “likes”, em se sobressair dos demais sem dar valor à qualidade do conteúdo, mas sim ao que pudesse conseguir um click do mouse de quem estivesse passando os olhos por ali, mais nada.

Finalmente ficou claro que o crescimento orgãnico estava fadado a desaparecer, e os desesperados por likes entenderam que teriam que colocar a mão no bolso para obtê-los. Foi então que muitos acreditaram que investir em AUTOMAÇÃO, as plataformas pagas para disparos automáticos, resolveria o caso, porém em breve entenderam que seu investimento havia sido desperdiçado. O Face/Instagram passou a punir usuários destas plataformas,  piorando ainda mais seu crescimento orgânico do que antes dos disparos automáticos. O crescimento orgânico estava eliminado. Qualquer estratégia para promover seu conteúdo, que não seja investir em anúncios diretos destas redes sociais, não vai funcionar. Então ouviu-se um coro, que se espalhou entre os mortais, vindo direto do Olimpo do Silício:  “Claro! O Facebook é uma empresa e é justo que lute por atrair os investimentos para dentro da plataforma dele…” Mas não! Houve um estágio desta política, durante a introdução do SHADOW BAN, em que um critério foi adotado para determinar quais perfis com forte crescimento orgânico seriam colocados à sombra para desaparecer. Certamente este critério também envolveu negociações gigantescas, porém os interesses políticos do Vale do Silício foram atendidos também, além de seus interesses financeiros. Financiamentos garantiram que os militantes das causas conservadoras da cultura judaico-cristã fossem colocados à sombra silenciosa dos algoritmos, para que entre estes sobrassem apenas os canais que já estavam muito grandes para serem silenciados. Estes, então, começaram a ser BANIDOS das Redes Sociais, a partir de 2018.
Os canais que alcançaram grande crescimento orgânico divulgando serviços e marcas, foram levados a crer que só poderiam sobreviver ao “misterioso declínio de sua visibilidade” investindo em anúncios.

Usuário reclama de algoritmos do Facebook que impedem crescimento orgânico

Não era falta de clareza do usuário a causa do atendente que respondeu sua reclamação não ter esclarecido a verdadeira causa da queda de seu crescimento orgânico, ou ao menos admitido que seu conteúdo de fato não tem sido entregue nas timelines de seus seguidores. A política da empresa, contida claramente no script do atendente deste caso do ReclameAQUI, é que o atendente deve convencer o usuário de que a responsabilidade deste decréscimo do seu crescimento orgânico é dele próprio, o usuário autor da reclamação. Ele deve ser induzido pelo atendente a crer que a causa do problema é a sua incapacidade de promover seu próprio conteúdo da forma correta, e que ele deve deixar-se “orientar” e aprender como tornar-se “bem sucedido” como outros usuários que investem em anúncios, compartilhando com ele os links, como se vê no print abaixo.

Atendente do Facebook quer isentar a empresa da responsabilidade

Mais uma vez… Sorria! Você está sendo trolado! Conheça nosso conteúdo, distribuido agora em duas novas FANPAGES, no Facebook, e em outras Redes Socias, estas defensoras do FREE SPEACH, que surgiram para acolher os banidos pelas redes censuradas. Após termos as nossas fanpages banidas do Facebook, quando perdemos todo o crescimento orgânico que obtivemos nestes 10 anos, criamos perfis nas novas Redes Sociais defensoras das liberdades ideológicas e duas novas Fanpages no Facebook, que tem poucos seguidores, como é de se esperar. Estas fanpages sempre focaram e continuarão focando em te explicar as diversas formas com as quais você vem sendo trolado… desde sempre!

Indignados por sermos feitos de bobos

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A REPÚBLICA DOS TROLLS

O Brasil é vítima de manipulação da informação e desinformação em massa

BRASIL, A REPÚBLICA DOS TROLLS

– Trolar: Enganar, ludibriar, fazer de trouxa, manipular a boa fé de quem não se dá conta de fazer papel de palhaço. A questão da mentira é algo absurdamente mais complexo do que aprendemos a considerar. Termos diminutivos e carinhosos são usados com a intenção de amenizar o impacto e a importância das coisas que nada tem de irrelevantes. Estes termos também indicam algum tipo de vínculo afetivo que querem conferir inocência a coisas que nada tem de inocentes, e esta já é uma das inumeráveis maneiras de trolar as pessoas, fazendo com que elas não dêem importância ao que deveriam dar.
Uma “mentirinha” é sempre tolerada. Os viciados também referem-se ao objeto de seu vício desta forma: minha cervejinha ou uma pinguinha, um wiskinho, meu cigarrinho, meu remedinho, e assim vai. Desta forma passa batido o verdadeiro caráter tenebroso contido nestas coisas. A mentira é uma arma perigosa, que confere impunidade a crimes, crimes que podem conduzir gerações inteiras a contraírem doenças fatais, ou à morte. A mentira protege, mantendo em sigilo ações criminosas, garantindo que seus autores alcancem seus objetivos, antes que alguma providência possa ser tomada para impedí-los.

Chevron não indeniza vítimas da catástrofe Chernobil na Amazônia
Chevron Texaco responsáveis pelo Chernobil da Amazônia
Texaco Chevron responsáveis pelo maior desastre ecológico do Ocidente

Estas imagens estão armazenadas no backup do primeiro website da REVISTA ELETRÔNICA. Vamos usar todo o conteúdo do nosso antigo website, para ilustrar nossa narrativa. A princípio ela parece um mosaico desencontrado de assuntos que não tem relação entre si, mas nós veremos que todas as categorias dos nossos posts estarão apresentando aspectos diferentes de um só assunto. A CHEVRON foi conteúdo de muitos artigos que escrevemos, desde 2009 nós informamos ao povo brasileiro o que já desde 2002 acontecia bem aqui perto de nós, mas nós não tomamos conhecimento, ou nem nos interessamos, porque a ENGENHARIA SOCIAL construida por anos a fio aqui no Ocidente, como uma paciência digna dos orientais, nos programou para dar importância apenas ao que não nos interessa de fato. Nós registramos, desde 2009 até 2013, as várias medidas legais indenizatórias das comunidades mais atingidas no Equador pelo vazamento gigantesco de óleo cru provocado pela CHEVRON/TEXACO, considerado a maior catástrofe ecológica do século, ao ponto de ser chamada de CHERNOBIL DA AMAZÔNIA EQUATORIANA.
Mas nós começamos o artigo falando do Brasil, como sendo a REPÚBLICA DOS TROLLS. O que tem esta catástrofe equatoriana a ver com o princípio da conversa? O link é a MENTIRA, a trolagem praticada com os povos do Novo Mundo, o próspero, rico e livre MUNDO OCIDENTAL . A mesma CHEVRON já causou graves estragos na nossa orla marítima, da qual dependendemos para muitas atividades econômicas, principalmente o turismo nacional e internacional, e sustentamos nossa opinião, que já há 10 anos era que esta é uma prática das manobras TERRA ARRASADA e GENOCÍDIO, já que as nações latinas e comunidades indígenas são proprietárias de riquezas muito cobiçadas, pelas quais os exploradores são obrigados a pagar, mesmo que nem tão caro, mas são obrigados a prestar tributos aos seus donos, enquanto houver soberania, liberdade e povos pacíficos nestas terras, com seus direitos de propriedade garantidos pelas leis universais. 
Na sequência deste assunto,  registraremos como a CHEVRON vem trolando a justiça internacional, por mais de 20 anos, para simplesmente se eximir de qualquer indenização às vítimas de seu crime, e também falaremos das proporções colossais do impacto por eles causado na cabeceira do Rio Amazonas. Então você pode agora voltar ao início deste artigo, e verificar que estamos falando de como mentiras e trolagem podem encobrir e proteger crimes, impedindo que alguma providência seja tomada para evitar que os criminosos alcancem seus objetivos, ou que sejam punidos. É disso que estamos falando.
Você encontrará uma grande diversidade de mentiras colossais expostas em nossos artigos, pois abrimos o leque de modo que as pessoas possam visualizar a Hidra gigantesca que trabalha para manter o controle do que já conquistou, e colocar seus tentáculos onde ainda não tem o domínio absoluto. Como já falamos no primeiro artigo desta Revista, naquele tempo colocavam um chapéu de cone de papel alumínio em nossas cabeças e destruíam nossa credibilidade. Enquanto funcionou esta trolagem, nós éramos apenas os “teóricos da conspiração”. Mais recentemente, quando este termo tornou-se próprio dos desinformados, então passaram a nos censurar, nos proibir de compartilhar denúncias e informações, pois pudemos identificar que as medidas usadas para nos calar eram as mesmas, em nível global. Como George Orwell havia alertado, os “embustes” ou trolagens, eram mesmo universais.
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