A HISTÓRIA DA CENSURA NA WEB

A E-ditoraeletronica sofre censura desde 2009 nas Redes Sociais

10 ANOS DE CENSURA NAS REDES SOCIAIS

Há 10 anos as Redes Sociais não excluiam perfis, nem bloqueavam contas, muito menos excluíam conteúdos ou os seguidores dos seus usuários. Isso era algo inadmissível, pois havia uma crença de que os conteúdos seriam inexpugnáveis, considerados como propriedade do seu autor, uma bibllioteca virtual armazenada pelas plataformas, e que seriam guardadas por elas com zelo. Jamais suspeitaríamos dos algoritmos que, já naquele tempo, praticavam censura velada através da política SHADOW BAN, tornando invisívies as publicações de alguns perfis, até mesmo na timeline de seus seguidores. Sim. Naquele tempo nós não suspeitávamos que embora alguém tenha se interessado pelo que você publica, e configurado a Rede Social para acompanhar seu conteúdo… o seu seguidor não veria nada do que você posta. 

Facebook admite impedir crescimento orgânico de usuários com algoritmos

Quando descobrimos que estávamos falando sozinhos e que nossos seguidores haviam esquecido de nós, e ao lembrarem-se, eles nos procuravam novamente, sem entender o motivo de nossa invisibilidade, surgiu a justificativa: “Se o seu seguidor não interagir com suas publicações, elas deixam de ser visíveis para ele.” Foi a PRIMEIRA LEI DA DITADURA DIGITAL. Nem todos os leitores estão dispostos a comentar nada, querem apenas abrir os links do que vc compartilha, muitos nem mesmo querem clicar no botão de “LIKE”, não importa o motivo. O seguidor não tem que apresentar motivos para simplesmente ler e compartilhar o que vc publica, sem interagir com seu post. Ele tem todo o direito de apenas dispor do que vc publica, ali na timeline dele. 
Então começaram os esforços de induzir os seguidores para que deixassem algum comentário nas postagens, ou pedir que interagissem de algum modo, numa tentativa desesperada de sair da invisibilidade. “Se você acha que isso ou aquilo, deixe seu comentário, bla bla bla…” ou “Se você acha que sim, clique no like, se acha que talvez, clique no coração e se acha que não clique no hate”. Já não havia o objetivo de conversar ou de compartilhar ideias e informações importantes, e o objetivo de toda esta manipulação foi alcançado: Só permaneceram visíveis os perfis interessados em obter “likes”, em se sobressair dos demais sem dar valor à qualidade do conteúdo, mas sim ao que pudesse conseguir um click do mouse de quem estivesse passando os olhos por ali, mais nada.

Finalmente ficou claro que o crescimento orgãnico estava fadado a desaparecer, e os desesperados por likes entenderam que teriam que colocar a mão no bolso para obtê-los. Foi então que muitos acreditaram que investir em AUTOMAÇÃO, as plataformas pagas para disparos automáticos, resolveria o caso, porém em breve entenderam que seu investimento havia sido desperdiçado. O Face/Instagram passou a punir usuários destas plataformas,  piorando ainda mais seu crescimento orgânico do que antes dos disparos automáticos. O crescimento orgânico estava eliminado. Qualquer estratégia para promover seu conteúdo, que não seja investir em anúncios diretos destas redes sociais, não vai funcionar. Então ouviu-se um coro, que se espalhou entre os mortais, vindo direto do Olimpo do Silício:  “Claro! O Facebook é uma empresa e é justo que lute por atrair os investimentos para dentro da plataforma dele…” Mas não! Houve um estágio desta política, durante a introdução do SHADOW BAN, em que um critério foi adotado para determinar quais perfis com forte crescimento orgânico seriam colocados à sombra para desaparecer. Certamente este critério também envolveu negociações gigantescas, porém os interesses políticos do Vale do Silício foram atendidos também, além de seus interesses financeiros. Financiamentos garantiram que os militantes das causas conservadoras da cultura judaico-cristã fossem colocados à sombra silenciosa dos algoritmos, para que entre estes sobrassem apenas os canais que já estavam muito grandes para serem silenciados. Estes, então, começaram a ser BANIDOS das Redes Sociais, a partir de 2018.
Os canais que alcançaram grande crescimento orgânico divulgando serviços e marcas, foram levados a crer que só poderiam sobreviver ao “misterioso declínio de sua visibilidade” investindo em anúncios.

Usuário reclama de algoritmos do Facebook que impedem crescimento orgânico

Não era falta de clareza do usuário a causa do atendente que respondeu sua reclamação não ter esclarecido a verdadeira causa da queda de seu crescimento orgânico, ou ao menos admitido que seu conteúdo de fato não tem sido entregue nas timelines de seus seguidores. A política da empresa, contida claramente no script do atendente deste caso do ReclameAQUI, é que o atendente deve convencer o usuário de que a responsabilidade deste decréscimo do seu crescimento orgânico é dele próprio, o usuário autor da reclamação. Ele deve ser induzido pelo atendente a crer que a causa do problema é a sua incapacidade de promover seu próprio conteúdo da forma correta, e que ele deve deixar-se “orientar” e aprender como tornar-se “bem sucedido” como outros usuários que investem em anúncios, compartilhando com ele os links, como se vê no print abaixo.

Atendente do Facebook quer isentar a empresa da responsabilidade

Mais uma vez… Sorria! Você está sendo trolado! Conheça nosso conteúdo, distribuido agora em duas novas FANPAGES, no Facebook, e em outras Redes Socias, estas defensoras do FREE SPEACH, que surgiram para acolher os banidos pelas redes censuradas. Após termos as nossas fanpages banidas do Facebook, quando perdemos todo o crescimento orgânico que obtivemos nestes 10 anos, criamos perfis nas novas Redes Sociais defensoras das liberdades ideológicas e duas novas Fanpages no Facebook, que tem poucos seguidores, como é de se esperar. Estas fanpages sempre focaram e continuarão focando em te explicar as diversas formas com as quais você vem sendo trolado… desde sempre!

Indignados por sermos feitos de bobos

A REPÚBLICA DOS TROLLS

O Brasil é vítima de manipulação da informação e desinformação em massa

BRASIL, A REPÚBLICA DOS TROLLS

– Trolar: Enganar, ludibriar, fazer de trouxa, manipular a boa fé de quem não se dá conta de fazer papel de palhaço. A questão da mentira é algo absurdamente mais complexo do que aprendemos a considerar. Termos diminutivos e carinhosos são usados com a intenção de amenizar o impacto e a importância das coisas que nada tem de irrelevantes. Estes termos também indicam algum tipo de vínculo afetivo que querem conferir inocência a coisas que nada tem de inocentes, e esta já é uma das inumeráveis maneiras de trolar as pessoas, fazendo com que elas não dêem importância ao que deveriam dar.
Uma “mentirinha” é sempre tolerada. Os viciados também referem-se ao objeto de seu vício desta forma: minha cervejinha ou uma pinguinha, um wiskinho, meu cigarrinho, meu remedinho, e assim vai. Desta forma passa batido o verdadeiro caráter tenebroso contido nestas coisas. A mentira é uma arma perigosa, que confere impunidade a crimes, crimes que podem conduzir gerações inteiras a contraírem doenças fatais, ou à morte. A mentira protege, mantendo em sigilo ações criminosas, garantindo que seus autores alcancem seus objetivos, antes que alguma providência possa ser tomada para impedí-los.

Chevron não indeniza vítimas da catástrofe Chernobil na Amazônia
Chevron Texaco responsáveis pelo Chernobil da Amazônia
Texaco Chevron responsáveis pelo maior desastre ecológico do Ocidente

Estas imagens estão armazenadas no backup do primeiro website da REVISTA ELETRÔNICA. Vamos usar todo o conteúdo do nosso antigo website, para ilustrar nossa narrativa. A princípio ela parece um mosaico desencontrado de assuntos que não tem relação entre si, mas nós veremos que todas as categorias dos nossos posts estarão apresentando aspectos diferentes de um só assunto. A CHEVRON foi conteúdo de muitos artigos que escrevemos, desde 2009 nós informamos ao povo brasileiro o que já desde 2002 acontecia bem aqui perto de nós, mas nós não tomamos conhecimento, ou nem nos interessamos, porque a ENGENHARIA SOCIAL construida por anos a fio aqui no Ocidente, como uma paciência digna dos orientais, nos programou para dar importância apenas ao que não nos interessa de fato. Nós registramos, desde 2009 até 2013, as várias medidas legais indenizatórias das comunidades mais atingidas no Equador pelo vazamento gigantesco de óleo cru provocado pela CHEVRON/TEXACO, considerado a maior catástrofe ecológica do século, ao ponto de ser chamada de CHERNOBIL DA AMAZÔNIA EQUATORIANA.
Mas nós começamos o artigo falando do Brasil, como sendo a REPÚBLICA DOS TROLLS. O que tem esta catástrofe equatoriana a ver com o princípio da conversa? O link é a MENTIRA, a trolagem praticada com os povos do Novo Mundo, o próspero, rico e livre MUNDO OCIDENTAL . A mesma CHEVRON já causou graves estragos na nossa orla marítima, da qual dependendemos para muitas atividades econômicas, principalmente o turismo nacional e internacional, e sustentamos nossa opinião, que já há 10 anos era que esta é uma prática das manobras TERRA ARRASADA e GENOCÍDIO, já que as nações latinas e comunidades indígenas são proprietárias de riquezas muito cobiçadas, pelas quais os exploradores são obrigados a pagar, mesmo que nem tão caro, mas são obrigados a prestar tributos aos seus donos, enquanto houver soberania, liberdade e povos pacíficos nestas terras, com seus direitos de propriedade garantidos pelas leis universais. 
Na sequência deste assunto,  registraremos como a CHEVRON vem trolando a justiça internacional, por mais de 20 anos, para simplesmente se eximir de qualquer indenização às vítimas de seu crime, e também falaremos das proporções colossais do impacto por eles causado na cabeceira do Rio Amazonas. Então você pode agora voltar ao início deste artigo, e verificar que estamos falando de como mentiras e trolagem podem encobrir e proteger crimes, impedindo que alguma providência seja tomada para evitar que os criminosos alcancem seus objetivos, ou que sejam punidos. É disso que estamos falando.
Você encontrará uma grande diversidade de mentiras colossais expostas em nossos artigos, pois abrimos o leque de modo que as pessoas possam visualizar a Hidra gigantesca que trabalha para manter o controle do que já conquistou, e colocar seus tentáculos onde ainda não tem o domínio absoluto. Como já falamos no primeiro artigo desta Revista, naquele tempo colocavam um chapéu de cone de papel alumínio em nossas cabeças e destruíam nossa credibilidade. Enquanto funcionou esta trolagem, nós éramos apenas os “teóricos da conspiração”. Mais recentemente, quando este termo tornou-se próprio dos desinformados, então passaram a nos censurar, nos proibir de compartilhar denúncias e informações, pois pudemos identificar que as medidas usadas para nos calar eram as mesmas, em nível global. Como George Orwell havia alertado, os “embustes” ou trolagens, eram mesmo universais.
Clique aqui no texto para curtir a nossa Fanpage A REPÚBLICA DOS TROLLS no Facebook. No botão abaixo você pode curtir a nova Fanpage da EDITORAELETRONICA, que criamos para substituir a primeira, que foi “roubada”.

A MAIOR MENTIRA DO NOSSO SÉCULO

A maior mentira do século induz a mais consumo de açúcares

Houve, nos meados do século passado,  uma luta científica. Estudos sistemáticos disputavam a função de decidir se era a gordura ou o açúcar que seriam responsáveis pelas doenças cardiovasculares. Ancel Keys com sua tese da “Dieta do Mediterrrâneo” liderava as pesquisas que afirmavam ser a gordura, mas o Prof. John Yudkin buscava provar que o açúcar era o verdadeiro vilão. Yudkin foi ridicularizado, desacreditado, e banido da comunidade acadêmica devido ao financiamento bilionário promovido pela indústria conhecida como BIG SUGAR. Ancel Keys venceu, mas hoje, 50 anos depois, já está provado que ele manipulou os dados apresentados. Ao revisar arquivos de documentos das décadas de 1950 e 1960, pesquisadores da University of California, S. Francisco (UCSF), relataram que a indústria do açúcar patrocinou pesquisas que desfizeram a ligação entre consumo de açúcar com doenças cardíacas e redirecionaram para a gordura e o colesterol esta responsabilidade. O relatório desta revisão foi publicado na na Revista Científica JAMA Internal Medicine,

Indústria de alimentos açucarados investe em fraudes científicas

De acordo com o PHD Stanton Glantz, professor de medicina da UCSF, um dos autores do referido relatório desta revisão, a indústria do açúcar tem induzido o meio acadêmico a fraudar pesquisas científicas que negam ser o açúcar a causa de obesidade, diabetes, doenças cardíacas e outras. Estes acadêmicos, cujas “pesquisas” são financiadas pelas indústrias de alimentos açucarados, como Coca-Cola, PepsiCo, Kellogg, General Mills, entre muitas outras, forjaram informações pseudocientíficas para induzir o mundo a acreditar que a obesidade não está relacionada com o açúcar mas, antes, à falta de exercícios e que as doenças cardiovasculares são causadas pela gordura e pelo colesterol.  Desde então, todas estas gerações passaram a ter medo de consumir a gordura natural e, no lugar dela, tem consumido mais carboidratos, cereais, derivados de soja e óleos extraídos por solventes químicos. Neste exato período ocorreu uma epidemia de obesidade e diabetes.

Desde que esta fraude foi exposta, a indignação do meio acadêmico idôneo foi tamanha que gerou uma mobilização para promover pesquisas baseadas em fatos científicos, financiadas por instituições interessadas em implantar projetos de pesquisas randômicas que possam fundamentar a reversão de tamanho desastre. Já estão avançadas estas documentações onde  cientistas do mundo todo apenas comprovam aquilo que era do conhecimentos das gerações anteriores a mais este “EMBUSTE UNIVERSAL”: “Comida de verdade”, aquela que é produzida pelas práticas de subsistência das famílias simples da roça, como carnes, peixes, ovos, legumes e hortaliças, sem processamentos industriais, gorduras de preparo caseiro, como banha e manteiga ou extraídas sem solventes químicos, como a do côco e das azeitonas podem nos devolver o porte saudável dos nossos ancestrais… mas este é um assunto tão absurdamente vasto, que requer muita informação. 
Por isto decidimos fazer deste o primeiro artigo sobre o retorno ao conceito PALOELÍTICO da alimentação, fundamento evolucionista que foi dado ao desenvolvimento das mais recentes pesquisas na área de saúde, que estão revolucionando o século XXI, resultado da mobilização gerada pela indignação dos acadêmicos idôneos ao se revoltaram diante dos prejuízos incalculáveis causados por esta grande fraude, que alcança a proporção de CRIME CONTRA A HUMANIDADE.
Big Fat Lie é o nome que demos a este blog, exclusivo sobre LOW CARB, citando fontes como Dr. José Carlos Souto, a maior autoridade sobre o assunto no Brasil, e apontando quais são os oportunistas que se apresentam hoje na web como “especialistas” deste assunto, mas causam muita confusão propagando DESINFORMAÇÃO. Deixe seu e-mail para acompanhar, a cada artigo, um novo capítulo desta história, que há 50 anos vem enriquecendo algumas pessoas às custas de um holocausto sem precedentes na História.